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Del Feliz defende as raízes do forró em busca de título de Patrimônio da Humanidade: “Símbolo da alma de um povo”

  • eagorabahia
  • 29 de mar.
  • 1 min de leitura

O forró pode atingir um novo patamar de reconhecimento internacional. O estilo, nascido no Brasil e característico da região Nordeste/Norte, busca o título de Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade junto à Unesco, cinco anos após o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) declarar as matrizes tradicionais do forró como Patrimônio Cultural do Brasil.

 

A luta pode parecer recente para quem não acompanha os bastidores, mas, de acordo com o cantor e compositor baiano Del Feliz, que se tornou um embaixador da cultura nordestina e do forró no mundo, a busca pelo reconhecimento internacional é antiga e árdua.


Em entrevista ao Bahia Notícias, o forrozeiro, que se tornou padrinho da campanha, relembrou o caminho feito pela Associação Cultural Balaio Nordeste (ACBN), organização voltada para a valorização, preservação e difusão do forró tradicional (pé de serra) e da cultura nordestina, que existe desde 2008 e é presidida pela produtora cultural Joana Alves.

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