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FeliParque: feira literária no Parque da Cidade coloca autores baianos como protagonistas

  • eagorabahia
  • há 2 dias
  • 3 min de leitura

Um dos principais objetivos é promover o encontro direto entre autores e leitores, algo que é profundamente valorizado pelo público e amplia as chances de divulgação e vendas


Embora minha trajetória oficial na literatura baiana ainda seja recente, ela tem sido suficiente para que eu vivencie de perto o cenário literário da Bahia, reconhecendo sua diversidade, riqueza, enorme potencial e, também, os desafios enfrentados diariamente por quem escreve e publica em nosso estado.


Foi a partir dessa vivência e das observações feitas por mim, que nasceu a Feira Literária do Parque – a FeliParque. A ideia surgiu a partir de uma conversa despretensiosa com meu filho, Gustavo Paixão, analista de negócios do Sebrae. Naquele momento, a conversa caracterizava-se mais como um desabafo, conversa entre mãe e filho. Refletíamos sobre a realidade da produção literária baiana e, sobretudo, sobre as dificuldades que os escritores locais encontram para divulgar suas obras e conquistar espaços reais de visibilidade.


OPINIÃO

FeliParque: feira literária no Parque da Cidade coloca autores baianos como protagonistas

Um dos principais objetivos é promover o encontro direto entre autores e leitores, algo que é profundamente valorizado pelo público e amplia as chances de divulgação e vendas

Publicado em 4 de fevereiro de 2026 às 08:00

A ideia foi rapidamente acolhida pelos autores logo que foram informados do evento Crédito: Pexels

Embora minha trajetória oficial na literatura baiana ainda seja recente, ela tem sido suficiente para que eu vivencie de perto o cenário literário da Bahia, reconhecendo sua diversidade, riqueza, enorme potencial e, também, os desafios enfrentados diariamente por quem escreve e publica em nosso estado.

Foi a partir dessa vivência e das observações feitas por mim, que nasceu a Feira Literária do Parque – a FeliParque. A ideia surgiu a partir de uma conversa despretensiosa com meu filho, Gustavo Paixão, analista de negócios do Sebrae. Naquele momento, a conversa caracterizava-se mais como um desabafo, conversa entre mãe e filho. Refletíamos sobre a realidade da produção literária baiana e, sobretudo, sobre as dificuldades que os escritores locais encontram para divulgar suas obras e conquistar espaços reais de visibilidade.

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É inegável que a Bahia possui um calendário significativo de feiras literárias, algo que merece reconhecimento e apreço. No entanto, feiras fora do calendário oficial são igualmente importantes e necessárias. Elas ampliam as possibilidades de divulgação, criam oportunidades de vendas e, principalmente, promovem o encontro direto entre autores e leitores. Esse contato, o olhar, a conversa, o livro autografado levado para casa, é algo que já pude constatar ser profundamente valorizado pelo público leitor.

Mais do que isso, acredito que uma feira literária ganha outra dimensão quando os autores deixam de ser figurantes e passam a ser protagonistas. Um evento no qual autores possam opinar, participar da organização e colaborar ativamente para sua realização faz uma diferença significativa no resultado final e no sentimento de pertencimento coletivo.

Foi nesse contexto que pensamos, eu e Gustavo, em criar uma feira literária independente, pensada a partir das necessidades reais dos autores baianos. Uma feira construída de forma colaborativa, acessível ao público e verdadeiramente comprometida com os escritores. A ideia seria a ocupação do Espaço Colabore, localizado no Parque da Cidade, como um ponto de encontro entre escritores, leitores e livros, fortalecendo redes de apoio, estimulando o diálogo e incentivando a circulação de boas ideias.

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